Já agora, «Adli Mansur»

Vendo de novo

 

 

      «Enquanto a Irmandade rejeitou a oferta de lugares no novo Governo, o plano de transição anunciado pelo Presidente interino, Adly Mansour, está a ser criticado pelas forças liberais e seculares que compõem a Frente de Salvação nacional (FSN), que esteve na origem do golpe de Estado de 3 de Julho» («Lançado mandado de detenção contra o guia da Irmandade Muçulmana», Jorge Almeida Fernandes, Público, 11.07.2013, p. 25).

      No dia 11, elogiei aqui o título por ter sido usada a palavra «guia» e não aquela que já sabemos. Mas agora reparo melhor: e aquele «lançado»? Não será uma forma canhestra de traduzir alguma palavra inglesa? E agora no próprio artigo. Até o jornalista mais distraído há-de saber que o nome do presidente (عدلي منصو) é transcrito. Em português, será da seguinte forma: Adli Mansur. Tudo o resto são lamentáveis concessões.

 

  [Texto 3109] 

Helder Guégués às 23:35 | favorito
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