«Húmido/úmido»

Molha, mesmo sem agá

 

 

      «Como tinha feito parar o ventilador [da cabina do navio], o ar úmido e engordurado molhara-me a testa» (Amok (O Doido da Malásia), Stefan Zweig. Tradução de Alice Ogando. Porto: Livraria Civilização, s/d, p. 11).

      Mesmo sem agá, alguém fica sem perceber? E «herva» e «hontem», por exemplo, não perderam o agá? Alguém morreu por causa disso?

 

  [Texto 3335]

Helder Guégués às 11:27 | comentar | favorito
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