Iocoama

Porque não é

 

 

      «O seu pai estava à frente de uma clínica dentária em Iocoama. Era um homem muito bonito, cujo nariz particularmente bem feito fazia lembrar Gregory Peck em A Casa Encantada» (Sputnik, Meu Amor, Haruki Murakami. Tradução de Maria João Lourenço. Alfragide: Casa das Letras, 2010, 9.ª ed., p. 16).

      Parece pois que, no caso, também ninguém ­— tradutora, revisor (Ayala Monteiro) ou editor —  achou ridículo. Porque não é.

 

  [Texto 3360]

Helder Guégués às 10:39 | comentar | favorito
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