«Um Picasso, dois Monets»

Está mesmo

 

 

      «A cada sessão no tribunal, uma novidade. É um filme sem fim, este do roubo de sete pinturas, entre elas um Picasso e dois Monets, há um ano do centro de arte Kunsthal em Roterdão, Holanda» («Ladrões de Picasso e Monet admitem roubo mas acusam galeria de negligência», Cláudia Carvalho, Público, 23.10.2013, p. 34).

    Um Picasso, dois Monets, três Goyas, quatro Kandinskys... E por aí fora. Prova que, afinal, ainda há jornalistas que sabem que a marca do plural é necessária. É o básico, bem sei, mas temos de nos contentar com pouco. E, tal como, obra a obra, Lisboa melhora, os jornais, letra a letra, podem deixar de ser aquela treta.

 

  [Texto 3425]

Helder Guégués às 07:45 | favorito
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