Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Linguagista

O AO mal conhecido

Diz-lhe que é o Lince

 

 

      «[Albino Aroso] Percorreu o País para formar médicos, para falar com grupos de mulheres e explicar-lhes que eram donas da sua vida, que podiam controlar a sua fertilidade. Foram estas viagens, a dedicação a uma causa, que colocaram o País entre os cinco países do mundo com mais baixa taxa de mortalidade materno-infantil» («O médico que ensinou às mulheres o que é a contraceção», Ana Maia, Diário de Notícias, 27.12.2013, p. 13).

      Cara Ana Maia: não se esqueça que o Diário de Notícias adoptou as regras do Acordo Ortográfico de 1990. Se o primeiro elemento termina em vogal e o segundo elemento começa com vogal diferente, não se usa o hífen: autoestrada, agroindustrial, maternoinfantil, etc.

 

  [Texto 3724]

3 comentários

  • Imagem de perfil

    Helder Guégués 28.12.2013 21:20

    Saiba que se pode omitir a preposição. É como fala — ou falava, quando havia — o povo. Assim escreve também Ruy Barbosa.
  • Sem imagem de perfil

    Montexto 29.12.2013 17:48

    E quase todos os clássicos, senão sempre, umas vezes por outras.
    «Nisto chegaram novas que o conde D. Gonçalo e o mestre de Cristo iam sobre ele...»
    Fernão Lopes, I, 182, na «Antologia Portuguesa» de  Agostinho de Campos, que devia encontrar-se em todas as livrarias, reeditada.
    Falou-se bastante disso no «Assim Mesmo», em lugar de que já não me lembro.
    Mas a ignorância é audaz.  
  • Comentar:

    Comentar via SAPO Blogs

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog tem comentários moderados.

    Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.