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Linguagista

Uma malga com aspas

Teve sorte, a pingadeira

 

 

      «Nas freguesias do antigo Couto de Tibães, em Braga, existem várias tradições associadas à variedade de macieira porta-da-loja, das quais se destaca a natalícia que consiste no seu consumo na noite de consoada. O fruto é assado no borralho ou numa pingadeira e depois introduzido numa “malga” com vinho verde tinto e açúcar, sendo imediatamente consumido. Tradicionalmente, a porta-da-loja é muito apreciada para consumo em fresco, assada e em tartes. Consumida em fresco liga muito bem com um copinho de vinho verde branco» («Porta-da-loja: uma árvore no quintal, frutos à mesa no Natal», J. Raul Rodrigues, «Fugas»/Público, 28.12.2013, p. 31).

      A «pingadeira» não precisou de aspas, mas a «malga» sem elas ficava desasada, não é?

 

  [Texto 3726] 

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