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Linguagista

Era de esperar

O bê-á-bá, no século XXI

 

      «Fazia-se cara feia, dizia-se “racista mau, racista feio”, e era esperar que eles caíssem neles» («Às ramas, às ramas», Fernanda Câncio, Diário de Notícias, 13.12.2013, p. 9).

      Fernando Campos, ou porque nasceu em Águas Santas ou porque foi professor, sabia: «Silêncio de almas assustadas, passos lentos, o inclinar de cabeças para o pó da terra, eis o acompanhamento e ritmo do derradeiro transe, a hora de os mortais caírem em si e sentirem, duro como rocha, o efémero percurso deste mundo» (O Lago Azul, Fernando Campos. Lisboa: Difel, 2007, p. 147).

 

  [Texto 3739]

2 comentários

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    Montexto 29.12.2013 20:11

    A prosa de Afonso Cruz & C.ª cada vez menos limitada (em número) dos que perpetram atentados desses devia ir toda para onde vão os guarda-chuvas em fim de vida útil.  
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