Regência de «amor»

E assim deve continuar a ser

 

 

    «Impõe-se aos governos uma política nacional; e em face dela aos governados impõe-se também uma atitude, um sentimento nacional ­— com a disposição de trabalhar pela Nação, o apreço, o amor do que é português» (Discursos, volume primeiro, 1928-1934, Oliveira Salazar. Coimbra: Coimbra Editora, 1961, 5.ª ed., p. 35).

      A propósito da regência de «ódio», comentou Montexto: «Não só ódio, mas qualquer sentimento. A substituição das regências lidimamente portuguesas em tais conjunturas – de, a, com, para com – veio do lugar do costume. Que de vezes aqui citei o § 206 da Sintaxe! Nem há-de ser esta a última.» Com todos os sentimentos, naturalmente que sim. Hoje apenas quero exemplificar com outro sentimento.   

 

  [Texto 3829] 

Helder Guégués às 09:31 | comentar | favorito