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Linguagista

E se pensassem duas vezes?

A lógica das aspas

 

      «Está decidido. Marine Le Pen não será oradora na próxima edição da Web Summit, a realizar em Lisboa. O anúncio é feito pelo fundador do evento, no Twitter. “Parece-me claro agora que a decisão correta para a Web Summit é retirar o convite a Marine Le Pen”, afirma Paddy Cosgrave» («Le Pen “desconvidada” para a Web Summit», Rádio Renascença, 15.08.2018, 12h28).

 

[Texto 9792]

«Apadrinhar/amadrinhar»

Crucificados nas aspas

 

      «A maratonista olímpica Rosa Mota está este fim-de-semana em Folgosinho para “amadrinhar” iniciativas de reflorestação e o Free Trail Solidário Renascer Folgosinho que decorre este domingo, com o objetivo [sic] de devolver a paisagem verde, àquela aldeia» («Folgosinho vai ter um castanheiro “Rosa Mota”», Liliana Carona, Rádio Renascença, 11.02.2018, 10h40).

      Quem percebe como pensam estes jornalistas? Liliana Carona, temos duas palavras: apadrinhar, que significa ser padrinho, patrocinar, e amadrinhar, que significa servir de madrinha a, patrocinar. Sendo assim, para que usa as aspas, pode saber-se?

 

[Texto 8725]