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Linguagista

Topónimos alienígenas

No Porto escrevem assim?

 

      «Numa recente entrevista ao Corrière della Sera, Giorgio Palù, docente emérito de microbiologia em Pádova, professor de neurociência em Philadelphia e presidente cessante da Sociedade Europeia de Virologia, acrescentou outras razões. Antes de mais, a escolha de transferir os doentes de Codogno, primeiro foco do coronavírus, para outros hospitais “foi infeliz” e “emocional”» («Explicações para a hecatombe lombarda», Sandra Ferreira, Jornal de Notícias, 6.04.2020, p. 6). Sandra Ferreira, então agora é assim que se escrevem esses topónimos? Nunca os viu escritos de outra forma?

 

[Texto 13 113]

Cultura clássica de rastos

E os dicionários não ajudam?

 

      «O incêndio que deflagrou no fim-de-semana no Monte Hymettu, a 18 quilómteros [sic] de Atenas, está em recessão, de acordo com a Proteção Civil grega, mas ainda há trabalhos curso para extinguir o fogo» («Incêndio no Monte Hymettus ameaçou Atenas», Rádio Renascença, 12.08.2019, 9h27).

      Os jornalistas e a Antiguidade Clássica! Já sabemos como é. Na verdade, é o monte Himeto, a sudeste de Atenas, na Grécia, conhecido pelo mel sem igual que era lá produzido, graças ao tomilho que cobria as vertentes.

 

[Texto 12 003]