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Linguagista

A propósito de «estada» e «estadia»

A nossa parte

 

      Está bem que a professora é ignorante, mas que serviço presta a Porto Editora à língua e à cultura ao definir em estadia que é tanto a «residência durante um período de tempo; estada; permanência», como o «tempo que o capitão de um navio fretado é obrigado a permanecer no porto de chegada»? Então andamos aqui nós a dizer e a fazer o contrário e depois é isto? Temos de ENSINAR as pessoas, os falantes, não temos de seguir os seus erros, louvaminhá-los por serem carneiros. Temos de condenar os seus erros, não caucioná-los. Se, ainda assim, errarem, se se obstinarem, o problema é deles — nós cumprimos a nossa parte. Nem todas as sementes se perderão.

 

[Texto 14 286]

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