As confusões já clássicas
Não têm tempo para pensar bem
Na oralidade, dou o desconto e até hesito em apontar, apesar de a audição ser um dos meus mais apurados sentidos. E o que eu ouço, meu Deus! Na escrita, preto no branco, não devemos hesitar nem perdoar semelhante dislate — em especial num jornalista. «O queixume revela “muito do autor”, defendem alguns dos contactados. “A vitimização, a arrogância, a ideia de que um cargo público não deve estar sobre escrutínio só porque ele se acha muito competente. Essa impunidade está toda ali”» («O indesejado», Alexandra Tavares-Teles, Notícias Magazine, 21.08.2022, p. 15).
[Texto 16 781]