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Linguagista

«Bucho/buxo», trapalhada

A mão que sai detrás do arbusto

 

      «E foi assim que, finalmente, às 11h00 da manhã, Churchill foi ter com ela, passearam pelos jardins bem cuidados, por entre os buchos destramente aparados e a estatuária grega, viraram à esquerda e passaram pela casa dos barcos, onde a água balança musicalmente contra o molhe» (O Fator Churchill, Boris Johnson. Tradução de José Mendonça da Cruz. Alfragide: Publicações D. Quixote, 2015, p. 133).

     É um clássico, nem sei como ainda não a tinha aqui no blogue. Como é possível — bem sei que há erros em quase todos os livros, mas nem todos tão flagrantes — que um erro destes escapasse ao tradutor e à revisora? E mais: não sou especialista em topiária ou botânica, mas não seria mais acertado traduzir, uma vez que no original está bushes, por «arbustos»?

 

[Texto 7012]

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