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Linguagista

Chamam-lhe igualdade

Mas não para mim

 

      «Passada a excitação dos primeiros filmes – a estreia deu-se em Alibi Ike, em 1935 –, apesar das duas produções em que fez dupla com James Cagney, que se tornaria seu amigo e mentor, e da descoberta do seu par mais repetido e notório, Erroll Flynn, com quem contracenou por oito vezes (há um nono filme em que surgem os dois mas nunca se cruzam) e que – com títulos como O Capitão BloodCarga da Brigada LigeiraAs Aventuras de Robin dos Bosques ou Todos Morreram Calçados – marcaram uma época, De Havilland começou a cansar-se do molde que os estúdios lhe reservavam: a “morena ingénua”» («Olivia de Havilland, 100 anos. A que o vento não levou», João Gobern, Diário de Notícias, 1.07.2016, p. 40).

      «De Havilland começou, etc.» De Havilland, Cristas, Albuquerque... Agora é assim que se diz... E por acaso não é Erroll, mas Errol Flynn. Assim foi baptizado este demónio da Tasmânia na sua Hobart natal.

 

[Texto 6927]

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