Como deviam ser os dicionários

Não tão depressa

 

      «É mais ou menos isso que acontece nestas formas de leucemia detectadas debaixo de água. Em 2015, Michael Metzger, do departamento de Bioquímica e Biofísica Molecular da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, nos Estados Unidos e a sua equipa anunciou na revista Cell a descoberta de cancro transmissível em bivalves, especificamente numa espécie chamada Mya arenaria (com o nome comum de clame-de-areia), no Canadá» («Descoberto cancro transmissível em amêijoas, berbigão e mexilhão», Andrea Cunha Freitas, Público, 27.06.2016, p. 22).

      Já não digo em todos os dicionários, mas certamente no Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa, devia figurar, ao lado do nome comum, a designação científica das espécies. Há alguém capaz de encarregar-se dessa tarefa?

  

[Texto 6908]

Helder Guégués às 23:33 | comentar | favorito