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Linguagista

Como se escreve por aí

Estava eu a dizer

 

      Perante críticas, mesmo desrazoáveis, retundo sempre os naturais ímpetos belicosos. Um dos argumentos, e logo à cabeça, do tradutor da missiva de ontem é o de que me falta currículo para o criticar. Pudera. Não chega a ser um argumento — é pura pesporrência dele, que julga que está a falar com a criada. É preciso currículo para lhe criticar «um desajeitado e retundo jovem»? Sei de leitores que desistiram, com asco e revolta, quando chegaram ao «voçês». Isto para não falar de palavras inventadas e frases sem sentido. Como raio se pode ter orgulho num trabalho assim? Posso aprofundar ao mais ínfimo pormenor, se respingar. Currículo...

 

[Texto 7967]