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Linguagista

Como se fala na rádio

Mamarrar

 

 

      Na Antena 1, Júlio Machado Vaz estava agora mesmo a ler um poema de não sei quem, e exalçava um verso que dizia «aos teus pés ao pé da cama». No comentário que fez, à laia de homenagem, saiu-lhe esta horrível cacofonia: «Eu nunca fui muito de me amarrar».

 

[Texto 4779]

5 comentários

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    nuno 01.07.2014 12:06

    Não diga tolices. Escreva "Construção", que depois falamos.
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    Montexto 01.07.2014 14:08

    Falamos para quê?
    Em paz e às moscas, vá lá, - bicheiras.
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    nuno 02.07.2014 19:32

    Há comentários que apenas denotam embirrações pessoais. Como se a literatura em português não tivesse séculos de figuras de estilo, de ritmos, de aliterações, de cacofonias.

    Gente com critérios pessoais tão rígidos que nem a Luís Vaz permitiriam recompensa. Com Montexto, Camões bem se lixava à custa do "Al maMinha".
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    Montexto 02.07.2014 21:07

    Está muito enganado, seu nuno. Justamente, quando aqui ou no Assim Mesmo se discutiram os cacófatos e afins e sua admissibilidade, acudi com esse passo e ainda com o de «aqui não pode o Gama mais», precisamente para sopitar escrúpulos execessivos em tal matéria.
    Mas para quê estar para aqui eu a dar-lhe troco?
    Em paz, em paz e às moscas bicheiras do Chico.     
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