Como se quer traduzir

Já não há pachorra

 

      «Où dort l’empereur», diz o original. «Onde dorme Constantino», atreve-se o tradutor a verter. Quando, cum caralho, é que o tradutor pode dizer mais do que o autor? Há um idiota (até mudou de nome para poder continuar a fazê-lo, como se o modus operandi não saltasse à vista) que também está constantemente a enviar-me comentários em que ilumina o que eu quero deixar na sombra.

 

[Texto 5378]

Helder Guégués às 08:19 | comentar | favorito | partilhar
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