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Linguagista

«Consenso/compromisso»

Mais gramaticalmente?...

 

 

      «Para explicar o que foi o “consenso” em Portugal, talvez seja melhor começar pela Carta Constitucional de 1826, “outorgada” por D. Pedro IV. A Carta pretendia reconciliar o radicalismo “vintista” com o antigo regime, e a alta nobreza tradicional com a classe média e a plebe das cidades. Não se dizia “consenso” nessa altura, mas mais gramaticalmente “compromisso” e, em certos casos, “fusão”» («Uma pequena história do ‘consenso’», Vasco Pulido Valente, Público, 7.03.2014, p. 52).

 

[Texto 4189]

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