Fídias desfigurado

Ah, sim, muito conhecido

 

      «Amal está envolvida nesta disputa desde 2011, altura em que Norman Palmer, advogado especialista em assuntos relacionados com restituições culturais, redigiu, juntamente com Geoffrey Robertson e outros juristas (entre os quais a mulher de Clooney), um documento em que era apontado o caminho a seguir pela Grécia para recuperar as esculturas de mármore. A viagem das estruturas, esculpidas por Phidias no século V a. C., começa no século XIX quando Thomas Bruce, conde de Elgin, obteve uma controversa autorização, enquanto embaixador britânico no Império Otomano, para transportar parte do Pártenon para Inglaterra» («Sra. Clooney quer levar estátuas de volta à Acrópole», Raquel Costa, Diário de Notícias, 15.10.2014, p. 43).

      A jornalista escreveu assim porque: a) não sabia, e estava com pressa; b) não é erro, é assim que se escreve (em inglês...); c) está errado, mas foi o editor.

 

[Texto 5151]

Helder Guégués às 09:56 | favorito
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