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Linguagista

Figuras — de estilo e outras

Uma obsessão parva

 

      «O texto tem, então, uma passagem quase sarcástica, aquela em que o homem que dirigiu o Governo durante sete anos, cinco dos quais com maioria absoluta, descobre “uma lição de vida” sobre o poder. O “verdadeiro poder - de prender e de libertar”. Neste texto, e nas circunstâncias que o produziram, é fácil encontrar figuras de estilo pouco habituais nos discursos políticos. O que dizer da frase, naturalmente dirigida aos que o prenderam, mas que parece ter uma ressonância quase pessoal, se lida por muitos dos que o acusavam de ser autoritário? “Não raro, a prepotência atraiçoa o prepotente» («“As imputações que me são dirigidas são absurdas e injustas”», Paulo Pena, Público, 27.11.2014, p. 2).

      Até parece que tropeçamos com uma a cada meia frase. Pois saiba Paulo Pena que o texto só contém uma figura de estilo. Uma.

 

[Texto 5299]

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