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Linguagista

«Forrobodó» ou «farrabadó»?

Fica a ideia

 

      «— Prometi não revelar à mulher do morto quem me falou dos farrabadós no parque» (Dama de Espadas — Crónica dos Loucos Amantes, Mário Zambujal. Lisboa: Clube do Autor, 5.ª ed., 2013, p. 205).

      É o que não falta nesta obra, gralhas e erros. Mas... e se «farrabadó» estiver certo? Vejam isto: «farra “momento de diversão”: dado como de origen controvertido, prob. expresivo, sudamericano, cs. o brasileño, parece más bien haberse generado como voz jergal en pt. peninsular, a consecuencia de contactos naf., del mar. fǝrḥa < cl. farḥah “festejo”, corroborado por el pt. farrabadó, en Houaiss sólo el armonizado forrobodó, lit. “fiesta de beduinos”, como venimos explicando desde 1996:55-54, con más detalles en 2008:298» («Los arabismos y otras voces medio-orientales del Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa», Federico Corriente. In Filol. Linguíst. Port., São Paulo, v. 15, n. spe, pp. 69-184, Dez. 2013).

 

[Texto 6096]

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