Gotinga

Nada de estranho

 

      «Isto porque, durante a Segunda Guerra Mundial, os Alemães se haviam comprometido a não bombardear Oxford e Cambridge; em compensação, os Ingleses não bombardeariam Heidelberga nem Gotinga» (A Minha Breve História, Stephen Hawking. Tradução de Pedro Elói Duarte. Lisboa: Gradiva, 2014, p. 11).

      Gotinga, pois claro. As formas vernáculas dos topónimos estrangeiros só são estranhas se não as usarmos. Até porque Göttingen dá muito mais trabalho a escrever, desde logo pelo trema, que nem todos conseguem obter nos teclados (coitados).

 

[Texto 9654]

Helder Guégués às 08:38 | comentar | favorito | partilhar
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