«Guerrismo/guerrista»

Belicismo

 

 

      «Após garantir [sic] o financiamento de alguns grandes proprietários alentejanos, nomeadamente António Sousa Fernandes (que se opunham à política “guerrista” de Afonso Costa, contestando em particular o tabelamento dos preços agrícolas que restringiam as margens de lucro), o golpe avança na noite de 5 de Dezembro de 1917, com a participação decisiva de unidades militares que se preparavam para seguir para a frente de combate» («O regime presidencialista que anunciou o fim da República. Sidónio», Paulo Curado, «I Grande Guerra»/Público, 24.08.2014, p. 4).

      «O belicismo do Reizinho – ou o seu “guerrismo”, como então se dizia – havia de custar-lhe, nos anos seguintes, muitas críticas dos monárquicos, em contraste com os elogios dos republicanos ao “patriotismo” de D. Manuel» (A Amante do Reizinho & Outras Histórias de D. Manuel II, Vasco Duprat. Alfragide: Oficina do Livro, 2012, p. 127).

 

[Texto 4992]

Helder Guégués às 14:04 | comentar | favorito
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