Hossaino ibne Ali, Ibne Séude...

Nomes das Arábias

 

      «A rebelião do vélho xerife vale-lhe, em 1924, o banimento para Chipre, onde morreu pobre e execrado. Antes, em 1921, já a Inglaterra concluíra um tratado com Ibne Séude» (Árabes e Muçulmanos. Greis Sarracenas e o Islão Contemporâneo, quinto livro, Eduardo Dias. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1940, p. 237).

       Quem ler esta obra de Eduardo Dias pode ter quase a certeza de não voltar a encontrar em mais nenhum autor certas transliterações e aportuguesamentos. Ibne Séude, na verdade, até se encontra em mais autores, mas não o nome daquele xerife a que alude a primeira frase — Hossaino ibne Ali, pai de Faiçal, depois rei do Iraque, muito por capricho de Lawrence da Arábia, e de Abdalá, que os Ingleses fizeram princípe da Transjordânia. Rival era este Ibne Séude, que em todo o lado é conhecido como... Ibn Saud.

 

[Texto 10 044]

Helder Guégués às 20:00 | comentar | favorito