«Islão/islão»

Falta um critério

 

  1. «A sua implicação foi afastada, “apesar da sua imersão confessa no Islão radical” e “no seu demonstrado interesse em teorias que defendem a legitimidade da jihad armada”, de acordo com o processo» («A França persegue os irmãos Kouachi e enfrenta a jihad nas suas ruas», João Ruela Ribeiro, Público, 9.01.2015, pp. 2-3).
  2. «Seria, afinal, muito natural, prossegue Houellebecq, que os muçulmanos em França tivessem um partido que os representasse, com os seus valores tirados da fonte do Islão» («Submissão não, antes Demissão», Jan Le Bris de Kerne, Público, 9.01.2015, p. 11).
  3. «Abdallah Zekri, presidente do Observatório contra a Islamofobia, ligado ao Conselho Francês do Culto Muçulmano, a instância que representa o islão em França, pediu às autoridades para “garantir a segurança” dos muçulmanos» («Incidentes violentos, nervosismo e luto no dia depois da tragédia», Alexandra Prado Coelho, Público, 9.01.2015, p. 5).

      Trata-se apenas de uma amostra, mas é óbvio que falta um critério para grafar a palavra. No conjunto, há nove ocorrências da palavra. Quatro grafadas com minúscula, cinco grafadas com maiúscula. Já aqui vimos com mais pormenor esta questão.

 

[Texto 5436]

Helder Guégués às 11:17 | comentar | favorito | partilhar