«Júri/jurado», de novo

Azar

 

      «A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, esclareceu ontem no Parlamento que o professor de Direito Domingos Farinho, que está a ser investigado pelo Ministério Público por suspeitas de ter recebido 100 mil euros para redigir a tese de José Sócrates, foi indicado pela Universidade de Lisboa, e não pelo Governo, para júri do concurso de ingresso de novos magistrados, no Centro de Estudos Judiciários (CEJ)» («Farinho foi indicado por universidade», Correio da Manhã, 7.06.2018, p. 18).

      Tinham duas formas de o dizer correctamente — «foi indicado para jurado» e «foi indicado para o júri» — escolheram uma terceira, errada.

 

[Texto 9364]

Helder Guégués às 13:43 | comentar | favorito
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