Confusões: «à | há»

Para isto não há remédio

 

      É imprescindível termos bons dicionários, com indicações úteis e chamadas de atenção para as confusões mais habituais — mas, na aplicação, na escrita, o falante tem de se esforçar, em especial se o seu instrumento de trabalho for a língua. «Há frente, o Camry tem diversas regulações nos bancos, o que oferece a mais correta posição de condução» («Toyota Camry de volta ao mercado português com versão híbrida», José Carlos Silva, Rádio Renascença, 24.05.2019, 15h51). Como é que um redactor, repórter e editor, jornalista desde 1991, escreve assim? E por que raio não revê o que escreve? Passaram dois dias, como é que ninguém vê e corrige?

 

[Texto 11 421]

Helder Guégués às 10:58 | comentar | favorito
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