Léxico: «azul-meia-noite»
Mais que nunca
«Os olhos de Leo, rasgados, eram de um azul-meia-noite. Ela não conseguiu desviar os seus» (Um Segredo Amargo e Doce, Barbara Delinsky. Tradução de Catarina F. Almeida. Queluz de Baixo: Editorial Presença, 2016, p. 116). Nem agora, que ouvimos frequentemente a palavra por causa da cor de certos telemóveis, ela se encontra nos nossos dicionários.
[Texto 16 718]