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Linguagista

Léxico: «benfiquismo»

Mas existe

 

      «Fora das salas dos tribunais, Rui Rangel sempre teve no Benfica uma paixão. Mas foi apenas quando deixou Angola em direcção à metrópole, aos 18 anos, que assistiu ao primeiro jogo no Estádio da Luz. A partir de então, tornou-se um adepto activo e foi acompanhando a equipa em inúmeras deslocações, acabando por se tornar sócio em 1985, com 27 anos. O carácter militante do benfiquismo de Rangel só virá à tona, porém, em Junho de 2009, altura em que integra uma lista de opositores à direcção comandada por Luís Filipe Vieira, um movimento encabeçado por Varandas Fernandes e intitulado “Benfica vencer, vencer”» («As figuras centrais da Operação Lex», Ana Henriques e Mariana Oliveira, Público, 31.01.2018, p. 2).

      Há décadas que o termo anda por aí, de boca em boca, nos jornais, nos livros. Até pode assemelhar-se ao nome de uma religião, mas é assim, existe.

 

[Texto 8647]

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