Léxico: «biodeterioração»

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      «Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra descobriu uma nova família de fungos numa das paredes da capela de Santa Maria, na Sé Velha, que está a deteriorar a pedra. O micro-organismo – do grupo dos fungos microcoloniais negros – foi detetado na capela de Santa Maria, nos claustros da Sé Velha de Coimbra, no âmbito de uma investigação da Universidade de Coimbra que tem o objetivo de analisar a deterioração causada por fungos, algas, bactérias e por ‘archaea’ (biodeterioração) em calcário na zona da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia, classificada Património Mundial, afirmou à agência Lusa o autor principal do artigo, João Trovão» («Detetado novo fungo que está a deteriorar pedra da Sé Velha de Coimbra», 31.01.2019, 10h39).

      Isto é tudo ainda muito novo: biodeterioração ainda não está nos dicionários, nem tão-pouco microcolonial. Quanto a este, os vendidos da pátria talvez prefiram que se diga black microcolonial fungi (MCF). Para se perceber lá fora.

 

[Texto 10 690]

Helder Guégués às 13:14 | favorito
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