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Linguagista

Léxico: «confessionalidade»

Há décadas

 

      «A Associação República e Laicidade enviou requerimentos “a três câmaras municipais onde existem, comprovadamente, crucifixos nos respectivos salões nobres”, e exige aos autarcas de Viseu, Sernancelhe e Lamego que retirem, no prazo de dez dias, os símbolos religiosos daqueles espaços. A associação cita a Constituição da República Portuguesa e a Lei da Liberdade Religiosa, que determina que “o Estado não adopta qualquer religião” e que “nos actos oficiais e no protocolo de Estado será respeitado o princípio da não confessionalidade”. Dez dias. O relógio está a contar» («Cruzes nas autarquias? Credo!», Público, 3.02.2018, p. 11).

      Há décadas que se usa e há décadas que se anda a perguntar porque não está nos dicionários este neologismo, entretanto já maduro, quase veterologismo. Não percebo.

 

[Texto 8671]

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