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Linguagista

Léxico: «galeota»

São larvas, senhores

 

      «Não se sabe como chega a galeota – nem importa saber –, até porque, não sendo proibida a apanha, não se pode já dizer o mesmo em relação às artes tradicionais usadas pelos pescadores para a poderem recolher em quantidade. E são divinas estas larvas do lingueirão que a partir de meados de Março povoam o fundo da ria [de Aveiro]. Um petisco único, de sabor no, intenso e delicado» («As coisas divinais que a ria de Aveiro nos dá», José Augusto Moreira, «Fugas»/Público, 30.03.2019, p. 26).

      Não é, evidentemente, a galeota do dicionário da Porto Editora, um peixe teleósteo.

 

[Texto 11 158]