Léxico: «gobelino»

Quase, quase

 

      «“O primeiro Caravaggio que entrou em Portugal era dele [Antenor Patiño], e na noite do baile foi exposto com grande destaque numa das salas onde se dançava e onde também estavam uma pintura de Dürer, outra de Karnak e oito soberbas tapeçarias Goblin”, diz o advogado [André Gonçalves Pereira]» («Uma noite para a eternidade», Ana Soromenho, Expresso, n.º 2383, 30.06.2018).

      Diz o advogado, sim, mas quem o escreve — mal — é a jornalista. É Gobelin («tapisserie provenant de la manufacture des Gobelins», lê-se no Trèsor) ou, se se quiser, aportuguesado, gobelino. No Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora: ✘. No VOLP da Academia Brasileira de Letras: ✔.

 

[Texto 9525]

Helder Guégués às 15:51 | comentar | favorito
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