Léxico: «jamanta-chilena»

Se é nosso, é para esquecer

 

      «Os dados recolhidos até agora — dois mil mergulhos entre 2012 e 2017, cerca de cinco mil fotos e 62 horas de vídeo captado entre 1990 e 2018 — permitiram, por exemplo, criar a primeira base de dados do mundo de foto-identificação [sic] de mobulideos [sic] nos Açores e de jamanta-chilena (Mobula tarapacana) do mundo. [...] Os dados permitiram desvendar alguns comportamentos dos animais. Os Açores “são um dos únicos locais do mundo onde esta espécie [jamanta-chilena] forma grandes grupos”, mas não se sabe porquê» («Todas as jamantas e milhares de mergulhos, dos Açores para o mundo», Mariana Durães, Público, 29.03.2019, p. 34).

      Então, quer dizer que a única espécie de jamanta que abunda no nosso território é precisamente a que está ausente dos nossos dicionários. Está bem, está... Vamos longe.

 

[Texto 11 068]

Helder Guégués às 14:52 | comentar | favorito
Etiquetas: ,