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Linguagista

Léxico: «kievita»

Agora é que faz falta

 

      Recuemos doze anos. «O local onde sinto mais intensamente o coração de Kiev é ao olhar para as cúpulas verdes e douradas da Catedral de Santa Sofia. Este edifício sobreviveu, de algum modo, ao ataque de Batu Khan e do seu Canato da Horda de Ouro no século XIII. Descendo a rua, o Khan, neto de Genghis Khan, queimou uma igreja ainda mais antiga, com 3000 kievitas dentro. Santa Sofia também sobreviveu aos czares, à Revolução Bolchevique e a Hitler. Sobreviveu à propensão de Estaline de derrubar as igrejas em pedacinhos. Os Kievitas têm uma lenda que diz que a chamada dos sinos das igrejas de Kiev podem tecer um escudo sobre a cidade» («Crónica de uma paixão lenta», John Pancake, tradução de Rosalina Godinho, Público, 23.01.2010, 00h00).

      Agora é que precisamos mesmo dele, por isso, registe-se e use-se. (Claro que é Gengiscão que tradicionalmente escrevemos, e não estou a ver nenhum motivo para o deixarmos de fazer.)

 

[Texto 16 047]

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