«Linguagem de taberna | linguagem de barbearia»

O mesmo nível

 

      Dom Sérgio Eduardo Castriani, arcebispo de Manaus, diz que não votou em Bolsonaro porque este fala com uma linguagem própria de barbearia. Entre nós, diz-se habitualmente linguagem de taberna. Aliás, também os Ingleses dizem — pelo menos já o tenho encontrado — language of the tavern. Creio ter arranjado a melhor solução para evitar a curiosidade malsã dos cabeleireiros: escolhi um cabeleireiro paquistanês. Fala sem parar — mas em urdu e ao telemóvel, com a vasta parentela que não conseguiu escapar aos desvelos da República Islâmica.

 

[Texto 11 404]

Helder Guégués às 21:26 | comentar | favorito
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