«Loja pop-up», de novo

Desça à rua

 

      «Foi nessa altura que diz terem voltado a “arregaçar as mangas” para encontrar alternativas ou outros investidores. Ana Paula Santos diz ser necessário apostar na modernização do espaço e para isso contribuem as lojas pop-up espalhadas pelo primeiro piso, que entende serem uma mais-valia para o centro» («O Brasília deu cor a um país ainda cinzentão. Hoje, tenta reerguer-se», André Vieira, Público, 18.10.2016, p. 17).

      Não brinquem connosco! Desde quando é que «loja pop-up» é mais claro ou expressivo ou seja lá o que for do que «loja temporária»? Já aqui vimos esta designação num artigo do Diário de Notícias, com a vantagem de a jornalista explicar o conceito. André Vieira, desça aí à Praça Coronel Pacheco e pergunte à primeira pessoa que encontrar se sabe o que é uma loja pop-up e depois diga-nos alguma coisa.

 

[Texto 7167]

Helder Guégués às 09:34 | favorito
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