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Linguagista

«Morte morrida e morte matada»

Para lá dos limites

 

      Num especial, na SIC Notícias, sobre a agitação que por aí anda na sequência da morte de Odair Moniz, uma afirmação de Helena Roseta fez levantar subtilmente o sobrolho a Teresa Dimas: aquela morte «não foi uma morte morrida, foi uma morte matada». Já não ouvia isto há tanto tempo, que nem me lembrava que existia. Morte morrida é a morte natural, morte matada é a que foi provocada — é forma de dizer não apenas rara, como também para lá dos limites da gramática. 

[Texto 20 421]