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Linguagista

Não liguem

Sutor, ne ultra crepidam

 

      «Alguns exemplos: escrever o modo de um verbo no indicativo quando a gramática mandaria usar o conjuntivo. Escrever porque tudo junto, sem se notar que se deve escrever por que quando se trate de um expressão explicativa ou interrogativa, e porque junto é só justificativo ou consecutivo. Outro exemplo: ausência do de no início de uma palavra» («O uso e o não uso da língua», Jorge Miranda, Público, 25.02.2024, p. 13). Alguns exemplos, uns certos e outros errados, é assim que devia ter começado.

 

[Texto 19 424]