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Linguagista

Não nos entendemos

Um país, duas ortografias

 

      Ou mais. Num país com duas ortografias, nada disto tem importância, até porque não é português: «A companhia estatal que gere as centrais nucleares da Ucrânia, a NNEGC Energoatom, avança que morreram três militares ucranianos no ataque à central de Zaporíjia. O diretor da Agência Internacional de Energia Atómica já tinha confirmado dois feridos, ambos seguranças no local» («Nuclear. Diretor da AIEA disponível para ir a Kiev negociar segurança das centrais», Olímpia Mairos, Rádio Renascença, 4.03.2022, 11h38). «As tropas russas tomaram a central nuclear ucraniana de Zaporizhzhia, a maior da Europa, informou o regulador nuclear estatal da Ucrânia, acrescentando que a equipa da central controla o estado dos edifícios e garante seu correto funcionamento» («Tropas russas ocupam central nuclear de Zaporizhzhia», TSF, 4.03.2022, 7h52).

 

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