Nem os topónimos escapam

Adeus, Córdova

 

 

    «[José] Castro nasceu em Córdoba, em 1947. Foi funcionário do sistema prisional, secretário judicial e magistrado, antes de se tornar juiz de instrução, há quase um quarto de século, já tendo ocupado cargos em várias regiões espanholas. Em vez de fato e gravata costuma usar casacos de cabedal, que combinam com a moto alemã que conduz. Pratica kendo, a esgrima japonesa, está separado e tem três filhos» («O ‘justiceiro’ que levou a infanta a tribunal», Diário de Notícias, 26.06.2014, p. 17).

    Querem ver que esta também mudou de nome?! É o que alguém me virá dizer um dia destes, como disseram em relação a Calcutá e a Pequim. Temos de ter paciência — e mudar para b o v das derivadas: cordovês, cordovaneiro, cordovão, cordovês, cordovil...

 

[Texto 4766]

Helder Guégués às 16:01 | comentar | favorito
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