O pobre verbo «haver»

E os pobres leitores

 

      «Hajam fundos, já agora. Em Bruxelas, depois de ter visto a sua equipa confirmada pelo Parlamento Europeu, a nova presidente da Comissão Europeia esteve com a Susana Frexes, fugindo à pergunta para muitos milhões de euros: haverá mais fundos europeus, ou é inevitável o corte que António Costa anda a tentar contrariar?» («Quando ouvir dizer mal dos partidos, pense nisto», David Dinis, Expresso Curto, 28.11.2019).

      Este formato do Expresso só é curto no nome, que, no que toca (e não escrevo «tange» para não haver ambiguidades) a erros, é bem grosso. Com que então, David Dinis, é «hajam fundos» que se diz?

 

[Texto 12 378]

Helder Guégués às 08:45 | favorito
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