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Linguagista

Obstinada cruzada

Opinião de referência

 

 

      «O AO não se impõe a ninguém salvo nos exames oficiais de português. Cada um escreve como entender e se faça entender. Fernando Pessoa recusou a revisão ortográfica de 1911 e abominava que se escrevesse “Rei” sem “y”. Nenhum mal veio ao mundo, mas os opositores do AO, numa atitude fundamentalista, querem que este seja enterrado» («Obstinada oposição», M. Gaspar Martins, Público, 22.02.2014, p. 51).

      É o último parágrafo de um texto, sem pés nem cabeça, sobre o Acordo Ortográfico, parte da obstinada cruzada do Público. O autor é «bancário jubilado». Valha-me Deus...

 

[Texto 4096]

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