«Oficial-às-ordens», mas «oficial de dia»?

Temos de ver isso

 

      «O rei e a rainha D. Amélia são acompanhados pelo então ministro dos Estrangeiros, Roma du Bocage; fazia também parte do séquito o conde de Sabugosa, mordomo-mor; o marquês do Faial, camarista; D. Fernando de Serpa Pimentel, ajudante-de-campo; visconde de Asseca, oficial-às-ordens; marquês de Lavradio, secretário particular; conde de Mafra, médico da Real Câmara; António Bandeira, secretário do ministro dos Negócios Estrangeiros» (O Marquês de Soveral, Seu Tempo e Seu Modo, Paulo Lowndes Marques. Alfragide: Texto Editores, 2009, pp. 227-28).

      É também assim que o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora regista, com hífenes, embora se veja muito mais vezes sem hífenes. E que semelhança se pode estabelecer com «oficial de dia», que o mesmo dicionário regista sem hífenes? Não tenho aqui o meu exemplar do Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves, para o comprovar.

 

[Texto 5539]

Helder Guégués às 14:06 | favorito