ONG/IPSS

Ora pensemos

 

      «[Constance Adolphine Quéniaux] Deixou tudo à criadagem, quis ser sepultada como sua mãe, sem flores nem coroas, discretamente. O último quartel da sua existência foi dedicado a obras de caridade, sendo benemérita destacada do Orphelinat des Arts, uma ONG que tinha por missão cuidar da educação dos filhos dos artistas, que bem precisam. Constance também fora artista, bailarina da Ópera de Paris, onde se iniciou aos catorze anos, pela mão materna» («A origem do mundo», António Araújo, Diário de Notícias, 21.10.2018, 6h14).

      Um orfanato, agora como no século XIX, não será mais, querendo estabelecer uma analogia, da natureza de uma IPSS do que semelhante a uma ONG? É a minha dúvida.

 

[Texto 10 162]

Helder Guégués às 09:54 | favorito
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