Ortografia: «cata-vento»

É «cata-vento», senhores

 

 

     «Ao procurar definir o perfil desejável de um candidato presidencial, a moção de estratégia de Pedro Passos Coelho ao XXXV Congresso do PSD revela, sem o enunciar, um desejo de mudar a relação de poderes entre governo e presidência. O documento diz que o Presidente “não pode colocar-se contra os partidos ou o Governo como se fosse mais um protagonista político”. Deve ainda evitar “tornar-se numa espécie de catalisador de qualquer conjunto de contrapoderes” ou ser um “catavento de opiniões erráticas”. Esta última frase foi lida como um veto a Marcelo Rebelo de Sousa, como o próprio comentador reconheceu» («Contratar um presidente», editorial, Público, 20.01.2014, p. 44).

 

  [Texto 3886]

Helder Guégués às 09:57 | favorito
Etiquetas: ,