Ortografia: «cor-de-rosa-claro»

Mais um hífen

 

   «Nunca esquecerei a história que aconteceu com uma bonita casa pequenina, pintada de um cor-de-rosa claro» (Noites Brancas, Fiódor Dostoiévski. Tradução do francês de Maria João Lourenço. Lisboa: Clube do Autor, 2013, p. 23).

    Falta um hífen, cor-de-rosa-claro, como cor-de-rosa-escuro. Hélio Consolaro, professor, jornalista e escritor brasileiro, prefere ali uma vírgula e até uma nova redacção, «cor-de-rosa, em tom claro; cor-de-rosa, escuro», mas não explica porquê, e ficamos desconfiados que valha apenas para Araçatuba.

 

[Texto 5111]

Helder Guégués às 22:21 | comentar | favorito
Etiquetas: ,