Ortografia: «déjà-vu»

Vieram de França

 

 

   «Os discursos do Estado da União de Barack Obama parecem déjà vus nos quais o Presidente todos os anos reanuncia objectivos políticos que vinham de trás. Desta vez, o inquilino da Casa Branca desafiou o Congresso[,] que tem bloqueado as suas políticas de forma mais brutal do que no passado. Estamos em ano eleitoral e Obama sabe que o boicote republicano continuará. A única novidade é o contexto do discurso» («O déjà vu de Obama», editorial, Público, 30.01.2014, p. 27).

    Talvez se leia geralmente grafado sem hífen, mas tanto o Houaiss como o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora registam-no com hífen, até porque aparece como substantivo, ao contrário, por exemplo, de déjà vécu, locução. E depois há isto e o contrário: jamais vu, jamais vécu, jamais entendu...

 

  [Texto 3953]

Helder Guégués às 16:01 | favorito
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