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Linguagista

Os «hibakushas»

Uma ideia portuguesa

 

      «Mas este ano, a memória dos 183 mil hibakusha — as pessoas afectadas pela bomba, os que sobreviveram aos engenhos nucleares lançados em Hiroxima e, três dias depois, sobre Nagasáqui — tem um sabor diferente» («Nuclear e II Guerra, os fantasmas que ainda atormentam os japoneses», Clara Barata, Público, 6.08.2015, p. 19).

   Em inglês, pluraliza-se a palavra, hibakushas. Cá, os jornalistas acham mais natural que fique invariável. «In this book, I propose to go beyond the mushroom cloud, in the hope of coming into further contact with, and developing greater appreciation for, the hibakushas of 1945» (Beyond the Mushroom Cloud: Commemoration, Religion, and Responsibility after Hiroshima, Yuki Miyamoto. Nova Iorque: Fordham University Press, 2012, p. 15).

 

[Texto 6139]

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